Monga, a tosca mulher macaco. Aquela desgraçada já me assustou, que infortúnio. Uma senhora reportagem com direito a entrevistadas de 6 anos e mirins. ¬¬ A monga do parque em questão dançava Gretchen, foi aí que perdi a paciência. Continuei como técnica de tortura noturna. "A moça chega a ganhar até quarenta reais por noite" e "o truque do jogo de espelhos" foram informações que arrancaram um "NOSSA!" de mim. Eu pensei que jornal só poderia falar de coisas com um mínimo de informatividade e depois acordei pra cuspir e vi toda a intenção por trás daquela orgia cultural - a reporter tinha um sotaque carregadíssimo -. Acho que às vezes toda a minha tendência usalifestyle diária precise mesmo ser lembrada de coisas ultra populares. Ou relaxar ao final de um longo dia. E pra isso reportagens assim são compartilhadas. Parque, maçã do amor, salchichão (nojo dele), bate-bate, brinquedos que te fazem vomitar e MONGA! Quase um thriller, já que você espera o acontecimento. Cai a luz. Clima envolvente e sensual. Gretchen nos auto-falantes. Dança rebolation. Fumaça. O locutor narra a maldição - literalmente - da mulher macaco. Uns barulhos esquisitos que nos deixam impressionados... E um macaco. Odeio macacos e pombos. Um puta macaco se debatendo para um número de pessoas reduzido à 46% porque as crianças já correram. A maldição é desfeita e podemos sair. Sorrisinho de canto de boca ou vergonha de ser visto saindo de lá.sexta-feira, 31 de julho de 2009
Penumbra é para namorados. "Te dedico", Isa.
Monga, a tosca mulher macaco. Aquela desgraçada já me assustou, que infortúnio. Uma senhora reportagem com direito a entrevistadas de 6 anos e mirins. ¬¬ A monga do parque em questão dançava Gretchen, foi aí que perdi a paciência. Continuei como técnica de tortura noturna. "A moça chega a ganhar até quarenta reais por noite" e "o truque do jogo de espelhos" foram informações que arrancaram um "NOSSA!" de mim. Eu pensei que jornal só poderia falar de coisas com um mínimo de informatividade e depois acordei pra cuspir e vi toda a intenção por trás daquela orgia cultural - a reporter tinha um sotaque carregadíssimo -. Acho que às vezes toda a minha tendência usalifestyle diária precise mesmo ser lembrada de coisas ultra populares. Ou relaxar ao final de um longo dia. E pra isso reportagens assim são compartilhadas. Parque, maçã do amor, salchichão (nojo dele), bate-bate, brinquedos que te fazem vomitar e MONGA! Quase um thriller, já que você espera o acontecimento. Cai a luz. Clima envolvente e sensual. Gretchen nos auto-falantes. Dança rebolation. Fumaça. O locutor narra a maldição - literalmente - da mulher macaco. Uns barulhos esquisitos que nos deixam impressionados... E um macaco. Odeio macacos e pombos. Um puta macaco se debatendo para um número de pessoas reduzido à 46% porque as crianças já correram. A maldição é desfeita e podemos sair. Sorrisinho de canto de boca ou vergonha de ser visto saindo de lá.quinta-feira, 30 de julho de 2009
A Super nova experiência de cada dia nos dai hoje, amém.
Sempre uma coisa exótica por acontecer. Ah! Um poço de inspiração. Então, pra começar você tentar entrar e uma cidadã - mulheres tendem a fazê-lo com mais frequência, sorry - empaca porque o celular tocou (Ohhhhh!!! I feel good pam ram ram tan na na na) e você tropeça. Entre, é questão de honra. Pegue a cestinha mais suja ou o carrinho com a roda escangalhada (gosto dessa palavra, valeu mãe!). A cara de capivara na relva é inevitável, afinal, você se esqueceu do que irá comprar. Digo irá porque na fila você lembra e perde o lugar pra comprar o maledeto. Ainda naquele ambiente gerador de união - alguém sempre reclama que o tomate não tá legal e uma amizade de infância se inicia - ou de desavenças - o caixa te ignora sumariamente e o empacotador reclama de dor nas pernas pro colega do caixa 27, momento raivinha(nat).quarta-feira, 29 de julho de 2009
Ponha logo seu nariz.
A manhã de quarta após a noite de terça. Ontem resolvi que vou fazer natação. Ah! Como é bom ter domínio dos movimentos do seu próprio corpo... Tudo bem que é só uma vez na semana - minha rotina não me permite - mas já é legal.
Dei minhas aulas e... restaurante com os amigos!!! Na verdade eu fui porque um amigo de uma amiga havia chagado aqui e, sendo ele do Rio, me sentiria em casa no meio dessa mineirada!
Aff... comi um frango que mais parecia pombo ou qualquer outra ave imunda. Odeio pombos! E tem gente que ainda gosta de alimentá-los. Não gosto dele também!¬¬
Rimos tanto, mais tanto, que minha barriga ainda dói. Não lembro em que momento o povo começou a ficar meio bozolifestyle. O antigo garçom de lá foi preso e a atmosfera de pânico versus palhaçada se criou. Eu gosto de um mal feito!
Pauta de hoje: PALHAÇADA!
Você acorda e a primeira pessoa que você vê te arranca uma puta gargalhada com a anedota mais suja : Era uma vez um pintinho. Ele queria peidar. Mas o pobre não tinha furico. Sabe o que aconteceu? Ele explodiu! HahaaA ¬¬ Se você ainda ri dessa e da do docinho de leite - pinguim no iceberg - só te falta o nariz.
Mas é tão bom ficar assim. Tão bom esquecer daquilo que chamamos de problemas... falo chamamos porque problema é não comer, não estudar, é não ter quem zele por você, é não dar uma risada sequer (numa boa, sem levantar bandeira, longe da demagogia). Sorria, meu bem, sorria! Não encare como uma musiquinha mais que brega. Encare como filosofia. Hoje vai ser um tremendo dia. Um dia mara. Um pitéu. Um doce de batata doce. Alô, criançada! O bernardo chegou!!! ;D
Um abraço.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Balaio de gato.
Bom humor reinando, quanta paz. Tomei um bolo. ¬¬
Falei todos os palavrões que eu conheço e criei alguns também! ;D "Qualquer um ficaria chateaaaado, mas não eu!".
Voltei pra casa pensando: "Oba!(não pensei em outra interjeição) Acho que agora posso escrever no meu blog, que já se tornou um vício, um bichinho virtual, como diria uma peça rara que conheço.
Aí está ele. Aquele que dominou minha geração, se alastrou mais que a gripe A (perdoem o trocadilho). AH! Tempo bom em que podíamos acordar de madrugada pra dar comida pra esse infeliz - o meu era desconfigurado e isso sempre me acontecia. Mas hoje quero falar de uma outra febre, uma mais atual, uma mais diferente. Tchalô? Sim, é disso mesmo que quero falar. Desse gripe de palavras indianas. Tenho medo de espirrar e ser acalentado por um Are baba. Como pode né? Em tão pouco tempo já nos apropriamos de um vocabulário até então mega desconhecido no ocidente. Baguan Keliê! Eu mesmo tenho vários amigos a quem chamar de Dalit. Dalits? Como? Dalit não seria o pobre? o gordo? o negro? o branquelo? o feio? o chato? (Trazendo essa condição para a sociedade brasileira e seus preconceitos) Arebaguandi! Essa palavra é tão menosprezada pelos indianos - e pobre de quem a carrega - e eu aqui chamando os meus amigos de dalits!Narrin! Vou tentar me controlar pra não usar tanto essas palavras, afinal, até quando elas estarão no meu discurso? Teriam elas prazo de validade? A novela termina e a gente automaticamente esquece? Tik ré... é exatamente assim que acontece. Por que, então, não nos apropriamos de palavras sem validade, palavras com significados mais profundos? Porque é legal. Perceberam como, nem por um instante vocês se peguntaram o significado dessas palavras? Atcha! Só pode ser legal.
E assim seguimos...
Abraços!
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Jó, mestre dos mestres.
Em que consiste a palavra conversação? Eu mesmo posso responder: em falar e ouvir... seria uma via de mão dupla. Uma pessoa falando é monólogo. Uma falando e outra ouvindo é papo. Todas falando ao mesmo tempo é fofoca.
Acho que algumas pessoas não compartilham do mesmo pensamento, fato que a cada dia testa minha paciência e verdadeira paixão pelo ensino.
Pra mim, a timidez é o desconforto com atividades interativas. DESCONFORTO, não bloqueio. Tem gente que se diagnosticou tímido e se esconde nesse maldito álibi chamado timidez em todas as atividades diárias.
CHEGA. E digo mais, coisa boa é errar enquanto podemos. Errar é humano. Persistir no erro, mais humano ainda. O que importa verdadeiramente é se permitir, salve Lulu.
Hoje em uma das minhas aulas eu me deparei com uma situação semelhante. Não posso entrar na cabeça das pessoas e fazê-las cuspir todas as palavras que desejo ouvir, mesmo querendo muito!

Desprezo o medo de errar. Mesmo sendo vítima dele, desprezo porque sei que só se pode ser verdadeiramente sincero à base da tentativa e erro. Só se pode saber de alguma coisa por inteiro se conhecemos todos os possíveis erros. Temos a tendência de não gostarmos do que não sabemos. Mas é meramente questão de dedicação. Conhece os nerds e os inteligentes? Eu os separo! Os inteligentes fritam o peixe de olho no gato, sabem de tudo um pouco mesmo sem dedicação exclusiva. Os nerds, pobres nerds... estereotipados até o céu da boca, vivem de estudar...
Bom, depois de tanta digressão, o que vale é ressaltar: necessidade é o estado de carência percebida. Jamais corra dela se você quer mesmo ser alguém melhor.
Escrevo isso pra me lembrar disso também, pra não me esquecer, nem por um segundo, de que step by step a gente é capaz.
Poutpourri megamix.

É exatamente asim que eu me sinto, forçado a cantarolar essas canções, "isn't it ironic"?
"Eu quero aproveitar esse momento pra te dizer..." "tô punk de gritar" : Paaaaaaaaaaara!!!
Será mesmo que "só privilegiados têm ouvido igual ao meu" ou isso também te aflige?
"Take control of your mind and meditate, let your soul gravitate." Vamos lá! Compondo, comigo! Não seria tão simples assim, mas "devagar é que não se vai longe".
Mc me esquece, mc sai pra lá, mc MANCA! Tem tanta coisa boa pra se escutar e " Jesus Cristo ainda me paga, um dia me explica como é que pôs no mundo essa pobre coisica"! Acredito que sejam mesmo "palavras, apenas, palavras, pequenas, PALAVRAS", mesmo que jogadas fora, desperdiçadas. Não é preconceito não, é senso, é commitment com o que a música traz de bom... hipocrisia é questão de ponto de vista, danço funk " sensual seduction!" mas é descontração...Uma vez, uma professora de português falou uma coisa que se tornou um dos meus humildes lemas que dividirei com vocês: Nós - entendam aqui aqueles que têm um mínimo de estudo, cultura e ideologia - podemos sentar em frente à TV e nos "deliciar" com Ratinho, Celso Portiolli ou mesmo Faustão. Esse luxo não corromperá nosso pensar, que já se faz presente em nossa personalidade, mas CUIDADO " estamos, meu bem, por um triz''!!!
E hoje, com toda essa camapnha "Buy it, use it, break it, fix it,trash it, change it, mail - upgrade it,charge it, point it, zoom it, press it,snap it, work it, quick - erase it,write it, cut it, paste it, save it,load it, check it, quit - rewrite it,plug it, play it, burn it, rip it,drag and drop it[...]" acho realmente difícil não se render a essas coisas, a tantos produtos musicais, como assim gosto de chamá-los... "é irremediável neon".
Michael, sábio Michael e merecedor da identidade revelada, já dizia : "Don't wanna see your face, you'd better disappear... BEAT IT". Ainda tenho escolha... na rua escuto de tudo e por isso ratifico que a hipocrisia é mera questão de ponto de vista. Pra mim, o importante é adaptar-se, mas nem sempre misturar-se...
É meus caros, "Chegou a tempestade devastando o lugar" e só posso dizer: "jai ho!". Escuto de Beyoncé a Rita Lee, de Ivete Sangalo a Marisa Monte, de Pato Fu a System of a Down, de Alanis a Shakira, de Gera Samba (sim, é da minha generation) a Alcione, de Daft Punk a Céu... Poderia traçar infinitos paralelos pra mostrar que não se trata de preconceito e sim CONCEITO, ponto de vista, não é "aquela opinião formada sobre tudo", mas sobre certas passagens que me fazem dizer "CRÉU". ¬¬
Árdua tarefa foi optar pelas palavras que substituiríam as minhas com tanta maestria. "Por favor, não leve a mal!"
Até! Carpe Diem!(Não veja como clichê, "ouça um bom conselho, que eu lhe dou de graça")
domingo, 26 de julho de 2009
Atreva-se.
Como a vida pode em segundo te dar um susto. Não só sustos ruins, mas SURPRESAS.
Há uma semana estive em Brasília... ótimas companhias, estórias de Charrãzinho e sua época de PT, Dalila e Buzu me acompanham nessa saga rumo ao espaço sideral...
Mc donald's, Ice 51 e uma crise terrível dois dias depois - faz parte.
Voltei pra minnha cidade... grilos e pássaros a cantar, como em qualquer roça. Visitas, presentes, FESTA JUNINAAA! Minha camisa fede. Parecia uma sessão "defumem esse rapaz!!!".
Uma semana em casa e... FADIGA! Na volta ao labor, uma atraso respeitável de uma hora e meia de pura animação na rodoviária! Ódio é fraqueza humana e então preferi não tecer comentários... mas como de costume instaurei a polêmica falando sozinho: "Agora já deu né? Vamos lá? Pé na tábua, alazão!"
Cheguei, e em dez minutos consegui ACORDAR e pegar um taxi pra dar aulas - assim começa a saga. Não me queixo, adoro essa minha rotina, adoro o contato com alunos, adoro esse "respeito" e, de fato, o trabalho enobreceu-me!haha
"hortelã, alecrim e jasmimmmmmmm... que nem passarim... - momento musical Vanessa da Mata- Zé"
Um belo almoço com a patroa, açaí vespertino e... JANTAR ROMÂNTICO!
Triste sua partida, mas aqui estou, loirão, a te esperar!
Sábado teaching... à noite, internet, as usual...

"A lei do Karma é aquela lei que ajusta, sábia e inteligentemente, o efeito a sua causa. Todo o bem ou mal que tenhamos feito numa vida virá trazer-nos consequências boas ou más para esta vida ou próximas existências."
Como para tudo o que aqui escrevi, essa imagem tem uma razão...
Há um tempo me deparei com uma série - My name is Earl - com a qual dei altas risadas porque esse é meu tipo de humor, for sure! Resumindo em uma linha: o cara se arrepende e tenta concertar as avacalhações do passado pq acedita que seu karma é pagar por tudo!
Confuso? Nem é não...
Acho que de fato Karma existe... começo a me perguntar se isso tem relação com as pessoas que entram na minha vida de alguma forma, seja pra me suportar ou pra me azucrinar. No momento, agradeço por todos que entraram nela e por aqueles que já sairam também! ;D
De alguma forma fui marcado ou estou sendo... seus gostos serão os meus e as risadas serão nossas!
Até nunca mais - by Funéria, ídola e mestra do "não me canse!"
Parto hoje ao som de Supertramp:
"Well, you can run, you, know he'll find you,It don't matter now, just look behind you,You had your warn, and you knew the score,You got it wrong, and that means war;So, why'd you have to treat me rough,Your explanation's not enough."