domingo, 1 de agosto de 2010

Fofoca nossa de cada dia nos dai hoje...

Muitas coisas acontecendo... cabeça rodando... TURBILHÃO! Gosto assim: Das incertezas. E ao som de um carinha ae, resolvi tentar um paralelo com um texto muito bom que li hoje. Caramba!!! Não é no meio das incertezas que fazemos os testes? Não é nessa hora que buscamos por um chão ou um mínimo de segurança? Respostas, talvez... Esse é o seu momento. Cai de cabeça, desde que que não seja uma piscina vazia! Acho foda quando alguém me conta as coisas que fez no fim de semana ou mesmo na segunda-feira e diz: Foi bom... pelo menos agora eu sei que não era bem assim. Já passou por isso? Se disser não, aposto que seu gosto é duvidoso. "Esquece que o jogo é jogado"? E se a gente acreditasse com fé que a vida não tem um modelo a ser seguido? E se cada um tivesse o seu way of life?
Gente, acorda pra vida! Todos vivem se queixando de tudo que atrapalha a vida em sociedade ou o bem estar coletivo, mas o que a VIDA alheia, na sua singularidade, pode causar? Sinceramente: Nada que possa ser da conta dos outros, salvo quando você está envolvido. Não posso acreditar que ainda hoje se preocupam com escolhas particulares, sorte alheia, chance do outro, família do outro ou sabe lá do que a fofoca gira em torno! Resisto a viver o que não me pertence. Resista você também. "Você não me conhece nem fodendo": frase que deveria estar na ponta da língua... As suas próprias escolhas te colocam com o dedo apontado para aquelas que você deixou passar.

Conclusão: "Claro que ninguém precisa ser conveniente com aquilo que lhe choca, mas é produtivo batalhar pela erradicação do que torna nossa vida ruim do que se sentir ameaçado por algo tão abstrato..." (adaptado de Martha Medeiros) -Para mim, a FOFOCA!

Até a próxima!
***Inspiração em Jay Vaquer

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Não dê o sangue por tudo. Não mesmo!

E depois de meses, aqui estamos nós... Incrível é perceber o quanto nossas vidas são capazes de mudar num período de tempo que deixa a sensação de não ter sido exatamente o esperado. Digo isso por mim, principalmente. Um passo após o outro. Uma prova após a outra. Vitórias e derrotas. Amor e ódio. Tristeza e alegria. Mas não era pra ser assim? E-R-A! Sempre foi... eu acho é que a gente fica tanto tempo pensando no futuro que esquece de viver o hoje. Não se atente ao clichê em questão, mas nela própria, porque se ao menos uma reflexão for feita, balancear os fatos será fácil.

Arrrrrrrrrgggggg (momento mente fatigada): O balanço mostra que continuo dando MURRO EM PONTA DE FACA.
Ahhh... coisa boa mesmo é a insistência. Boa e perigosa. Às vezes, esse é um "murro" de otimismo, fé mesmo, obviamente no sentido literal da palavra, independente de religião. Cada "murro" uma flecha lançada, não é mesmo? Pode ser, mas esse bendito tem suas consequências. As positivas, doces, de um doce jamais experimentado. As negativas, aquelas que não devem ser digeridas, amargas... de um amargo tão sutil que nos fazem repetir o "murro", repetir o alvo, repetir o ERRO. Mas e se der certo? Não, não se iluda. E o racional perdendo pro emocional, ou mesmo pra pele? Mas a gente sabe o que gostaria de ouvir... o que seria, de fato, surpreendente. Acontece que essa expectativa coloca qualquer resposta ao estímulo em uma zona de risco, o risco de ser frustrante. Por isso, o ideal é não criar expectativa alguma. É deixar rolar... É saber cortar. É fazer o seu papel como indivíduo e não se submeter a uma situação antes recriminada por você mesmo. Por que fazer isso, quando o que esperam de você é justamente o contrário? Não aguento quem muito fala... quem muito se ilude... Sim, porque não pense que mil palavras corresponderiam ao olhar esperado. Ahhh.... escrever sem medo de não chegar a lugar algum... Mas sempre se chega, mesmo que que seja uma volta. Lá vou eu dando meus incessantes MURROS EM PONTA DE FACA!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

C'est la vie, c'est la vie.

E mais uma vez... o perigo nem tão próximo...
Como é bom viver a vida levianamente tendo o controle de tudo. Sim, paradoxo verdadeiro e difícil de se enxergar, mas, enfim, eu vejo além.
Alimentar nossos desejos tão efêmeros, viver do paliativo e manter a essência. Ter a calma, a humildade e a paciência necessárias para entender que nem sempre os outros viverão dessa maneira com tamanha maestria e auto-controle. Ah, "matar a sede na saliva" e sentir-se plenamente hidratado. Viver em comunidade mantendo seu corpo fechado para todas as fofocas do cotidiano, para todos que querem, de alguma forma, aproximá-lo do mundano em que se deixaram cair. Quando se cansarem, ou mesmo abrirem a mente para a individualidade que DEVE ser preservada com mesmo ou maior cuidado que julga ter ou merecer a sua, assim o farão. Uma simples palavra destruirá uma moral tão bravamente criada e defendida. Um falso moralismo no decorrer do caminho terá consequências desastrosas. Vamos manter o respeito, que é bom e EU gosto. Bom, se é que tudo isso tem um nexo, ou uma moral, aí vai:
Quem parece idiota, nem sempre o é.
Quem se acha muito esperto, pode estar fazendo o papel inverso: o de tolo.
Se você for muito ganancioso acaba anulando a sua fonte de renda.
E para finalizar:
O que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos para nós.
Axé.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Defenestrar é preciso!

Nossa!!! Sabe quando nada encaixa? Quando tudo o que mais queria era não ter nada do que tem só pra não carregar o peso da ENORME responsbilidade que vem junto?
Esse momento é terrível. E na minha concepção é preciso mudar radicalmente. Decisões extremistas e complexas jáááá. Sem chances de voltar atrás, ou não.
Como fazer então se nem mesmo seus amigos sabem o que acontece? Se nem mesmo você consegue traduzir em palavras tudo que sente ou o vazio que se apresenta?!
Tempo pra mim. Tempo que usarei? Ou só peço tempo por ter mesmo?
Como posso assumir um compromisso de usar o tempo que me falta de manenira tão construtiva como tenho feito? Quer saber: Acho que nunca poderia assumir isso.
Mas que pelo menos por um dia a sensação de liberdade invada minha mente, limpe tudo e me deixe novo pra recomeçar!!!Pra ter mais coragem de assumir minha vida. VIVER!
Viver pros outros não é tão interessante como parece. Com os outros pode até ser.
Fim.
Tudo muito sentimental e vago. E assim eu durmo menos tenso.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Pra quê engolir?

Ano Novo e... Nova rotina, novas promessas, dietas, desejos e ATITUDES!
Eu mesmo comecei o ano dizendo: "Em 2010 eu serei eu mesmo. Doa a quem doer. Bem como disse Ana Carolina: ' Você pode me ver do jeito que quiser, eu não vou fazer esforço pra te contrariar!'. Não vou mais engolir sapos!!!
Cara... um estalo! Repensa isso, Bernardo. Eu comigo mesmo e, agora, todos nós!
v.t. Fazer descer pela garganta; Em outras palavras: Mandar pra dentro!
E definitivamente eu não quero interiorizar qualquer tipo de energia ruim que possa vir até mim. Cada um com seus problemas e xô! Diplomacia nos relacionamentos é meta! Mas engolir, digerir ou qualquer outro verbo que remeta a interiorizar as coisas será banido do meu vocabulário.
Não engula nada nem ninguém. Escute, isso será o suficiente para que seu julgamento não seja de todo injusto!
FELIZ 2010!