Muchacos"/ Que saudade! Sei que não estou me dedicando a escrever como disse que iria... Mas quanto amadorismo da minha parte achar que conseguiria escrever todos os dias. Logo eu que não gosto de fazer planos, que não gosto do futuro, que sou preso à rotina saudável (nem sempre).
Nossaaaa.... tanta coisa por dizer. Deixa então eu começar do começo - adoro essa construção. Um turbilhão e eu no meio. Gente nova no pedaço. No meu pedaço. Coisas estranhas acontecendo ou seria minha cabeça trabalhando contra minha filosofia de paz de espírito? Pessoas sendo favorecidas ou eu esquecendo de focar no MEU trabalho e pensando no dos outros? Não sei bem... mas estava escutando minhas músicas - as únicas que conseguem abaixar minha frequência cardíaca - e me deparei com uma frase, em inglês, é claro : I cannot manufacture a miracle. E a verdade é: ninguém pode. Estou me cobrando demais. Tenho feito isso há um tempo e nem tinha me dado conta. Sabe aquela cobrança que não dá resultados? É essa mesmo. Estou meio sem saber o que esperar do próximo dia.
Quero uma coisa nova. Quero música nova. Quero diversão nova. Quero TEMPO. Se meu dia tivesse umas boas horas a mais tudo seria tão mais gostoso. Mais dedicação a tantas outras coisas e pessoas. Não sei se perderia em intensidade, mas ainda assim ganharia em qualidade de vida. Meu stress tem que ser balanceado diariamente, senão seria excluído do convívio social. Eu sou uma pessoa insuportável, não tenho medo de falar. Sou crítico e agora estou numa fase sincero ao extremo. Tão sincero que essa semana minhas sobrancelhas estão doloridas. Como sempre eu coloco lenha nas fogueiras e na faculdade a comunicação daqui a pouco será através de sinais de fumaça. - pausa pra falar: PUTZZZZZZZ comi um drops de halls de manga em 5 min - Estou passando a entrar em transe na faculdade pq se eu perder a linha as pessoas irão engolir o que falam. ENGOLIR com farinha da pastoral. Imagina se eu levaria desaforo de alguém que eu mal conheço? JAMAIS. Mas parece que Deus toma conta de mim. Toma cuidado pra que os desequilibrados não despertem meu desequilíbrio.Por que em situações nas quais sou ofendido gratuitamente, minha vontade é de utilizar uma faca de cozinha e fazer alguns servicinhos, mesmo sabendo que somente com palavras mostraria o verdadeiro lugar de cada um. Não entendam mal, não é ódio. É justiça mesmo. Acho que não vale se estressar por qualquer coisa, mas hoje em dia o padrão de qualquer coisa é outro. Muitos "espetáculos" são deixados de lado e esquecidos "depois que inventaram essa desculpa", como diz minha vó. Bom, estou aqui por que quando escrevo me lembro de tudo aquilo que vale ser lembrado: o primeiro e mais verdadeiro amor chama-se amor próprio. Não deixarei esse ser atingido de forma nehuma e ai de quem tentar. Penso em paz, alegria e CORRIDA... corro... suo até a alma... parece que todas as energias negativas saem de mim nessa hora. Dica: pelo menos em algum momento do dia pense numa musica. Hoje cantarolei pagode da amarelinha. Foi foda. Tô mais leve. Posso me despedir por aqui. Um abraço em todos. ;D
*********Sele a paz com seu passado para que ele não estrague seu presente.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Amanhã de manhã.
De volta!!! Como estão? Tardo, mas não falho.
Aqui estou para dividirmos pensamentos do dia a dia, o que me faz pensar em rotina. Nossa! Como eu amo essa palavra. Não tenho medo de dizer isso não. Para muitos a rotina pode ser preferência de quem não gosta de mudanças, de quem gosta de seguir regras, de gente sem imaginação ou espírito aventureiro. Surpresa: sua rotina pode ser quebrada. E é aí que vemos quem tem gosto pela vida e quem vive nadando de braçadas em uma sopa de hospital.
Adoro saber o que vou fazer, encaro isso como uma possibilidade, não como uma obrigação, salvo dar aulas e frequentá-las, todo o resto pode ou não ser executado, pois o meu dia sou eu quem controlo.
Na verdade, não o controlamos sozinhos como pensamos, afinal, nossos amigos sempe tentam palpitar nas nossas rotinas, tentando de alguma forma amenizar toda aquela loucura de sempre. Acaba tudo se tornando uma guerra, na qual os INImigos lutam para ganhar o troféu "Minha rotina é foda e você reclama de barriga cheia". Por que não podemos simplesmente acreditar que, ao final de cada dia, quem trabalhou o dia todo ou quem simplesmente foi malhar de manhã está cansado demais para sair, beber, ver filme segunda 11:30, sair do msn e ir dormir?FODA isso.
Todo mundo se cansa. Todos têm problemas. Todos sentem fome e bla bla bla.
Nascem as necessidades e, de suas costelas, os desejos. Cabe à nós administrar a urgência disso tudo. Papel, caneta e agenda = rotina. Planejamento saudável. Ninguém mais sabe o quão cansado o Bernardo ficará. Essa é uma questão pessoal.
Sinto que a digressão dominou esse post e, por isso, resumirei minha ideia(sem acento) de hoje: a rotina, ao meu ver, é uma sequência na qual misturam-se nossas obrigações e nossas chances de fazer o que propuzemos anteriormente. Isso não significa que quarta não se pode beber e comer amendoim, mas que quinta você assumirá as consequências disso. Prefiro me arrepender de manhã a dormir com vontade. "A rotina do destino é a certeza." Como chegaremos lá, deixa que depois falamos nisso!
Beijos. Escreverei mais. Minhas viagens oscilam, não se assustem. Adivinhem o enigma.
Aqui estou para dividirmos pensamentos do dia a dia, o que me faz pensar em rotina. Nossa! Como eu amo essa palavra. Não tenho medo de dizer isso não. Para muitos a rotina pode ser preferência de quem não gosta de mudanças, de quem gosta de seguir regras, de gente sem imaginação ou espírito aventureiro. Surpresa: sua rotina pode ser quebrada. E é aí que vemos quem tem gosto pela vida e quem vive nadando de braçadas em uma sopa de hospital.
Adoro saber o que vou fazer, encaro isso como uma possibilidade, não como uma obrigação, salvo dar aulas e frequentá-las, todo o resto pode ou não ser executado, pois o meu dia sou eu quem controlo.
Na verdade, não o controlamos sozinhos como pensamos, afinal, nossos amigos sempe tentam palpitar nas nossas rotinas, tentando de alguma forma amenizar toda aquela loucura de sempre. Acaba tudo se tornando uma guerra, na qual os INImigos lutam para ganhar o troféu "Minha rotina é foda e você reclama de barriga cheia". Por que não podemos simplesmente acreditar que, ao final de cada dia, quem trabalhou o dia todo ou quem simplesmente foi malhar de manhã está cansado demais para sair, beber, ver filme segunda 11:30, sair do msn e ir dormir?FODA isso.
Todo mundo se cansa. Todos têm problemas. Todos sentem fome e bla bla bla.
Nascem as necessidades e, de suas costelas, os desejos. Cabe à nós administrar a urgência disso tudo. Papel, caneta e agenda = rotina. Planejamento saudável. Ninguém mais sabe o quão cansado o Bernardo ficará. Essa é uma questão pessoal.
Sinto que a digressão dominou esse post e, por isso, resumirei minha ideia(sem acento) de hoje: a rotina, ao meu ver, é uma sequência na qual misturam-se nossas obrigações e nossas chances de fazer o que propuzemos anteriormente. Isso não significa que quarta não se pode beber e comer amendoim, mas que quinta você assumirá as consequências disso. Prefiro me arrepender de manhã a dormir com vontade. "A rotina do destino é a certeza." Como chegaremos lá, deixa que depois falamos nisso!
Beijos. Escreverei mais. Minhas viagens oscilam, não se assustem. Adivinhem o enigma.
domingo, 2 de agosto de 2009
Episódio: O circo.
Fim de período (2009-I). Todos tentando de alguma forma abstrair a ideia de suicídio. Perdas de memória momentâneas e muita, mas muita tensão.
Foi aí que apareceu o Royter. No terciro anúncio de sua pseudo-partida decidimos que iríamos fazer uma visitinha ao circo. Ainda não havia ameaça da gripe A, o que fez com que nossa ida fosse despreocupada. Circo Royter. Algodão doce, maçã do amor, churros de doce de leite, pipoca (sabe Deus que horas foi preparada). Não sei porque mas todo circo tem cheiro de sítio, independente de ter animais ou não. Não gosto do cheiro. Nesse circo a grande promessa, e o que me fez conseguir convencer o povo a me acompanhar, era o globo da morte. Cara... CINCO motos. Eu disse CIN-CO. Você pode imaginar toda aquela barulheira? Sim, isso me fez urrar de alegria.¬¬
Aliás, eu tava meio Liminha. O povo estava muito desanimado e eu me senti na obrigação de interagir com as atrações FASNTÁSTICAS, segundo a narradora. Essa figura, uma loira parruda, trocava de cabelo e de roupa sem que a gente notasse sua ausência e quando a víamos a troca, SUSTO. Ela voltava falando seu mix português com espanhol, uma coisa exótica, se é que existe um eufemismo para aquilo. Bater palmas quando ninguém mais batia havia se tornado um vício. Cantar todas as canções. Caramba! Michael tocou na hora do globo!!! BEAT IT, BEAT IT. Depois de atrações desnecessárias veio a elefanta. Não me corrija, eu prefiro falar essa palavra. Lady era seu nome. Nada muito interessante até que seu treinador, que estava de turbante, deu uma dançadinha na música indiana que tocou e foi pra cima da grandona! A plateia não esboçava reação e eu, que já estava agoniado com aquilo, queria ajudar de alguma forma a fazer um "espetáculo". Quando ele ia apertar o mamilo da bichona eu gritei : Peitinho (Pensando que era naquela hora que eu ia levar uma maçãzada na cabeça)! Pra minha surpresa o cara do turbante apontou pra mim e fez uma cara de você pescou a piadinha! Parabéns campeão... Várias crianças circenses, todas sem ter o que fazer, desgovernadas pelo palco. Músicas e palhaço Popoviki. O cara do show era o mesmo do algodão doce e o motoqueiro, vendedor de pipoca e, esporadicamente, dançarino mais parecia o ronaldinho gaúcho, o que nos fez gritar "Ronaldo!" a todo momento. Uma amiga resolveu estrapolar tirando foto com os Backyardigans.
Sim, em meio a bebês e mães loucas, lá estava ela gritando o nome da pelúcia gigantesca e me fazendo sentir vergonha e vontade de mijar sentado ali mesmo. Ri demais. Fizemos chaveiros superfaturados e tiramos milhões de fotos. Mas não acaba por aí. Resolvi que tiraria uma foto com a Lady, meu exemplo de superação. Foto paga, mais grana...
mas eu encarei como um investimento. Uma forma de me expressar e ser mais eu, mesmo correndo o risco de ser retardado. Lá eu fui. Amiga com máquina na mão e eu na fila. Eu e meus amiguinhos de 5 anos. Só eu. Ainda tentei convencer um deles de que a elefanta era boazinha e que nada de mal nos aconteceria, mas eu não transmiti muita credibilidade. O momento subida. Fácil, quando não se olha pra checar se alguém conhecido está vendo aquilo de perto. O momento foto. Foto e papo com ela : "Tá feliz, lady?". Fim de noite e fotos em todos os cantos possíveis para provarmos pra uma enorme galera que duvidou que iríamos. Alí estivemos, my friends. Minha mão doeu de tanta palma. Cantamos todas, sozinhos. Até rimos do palhaço. Então, quando forem ao circo, tomem cuidado para não serem desagradáveis e deixarem toda aquela gente no vácuo!DIVIRTA-SE até o talo.
;D
Foi aí que apareceu o Royter. No terciro anúncio de sua pseudo-partida decidimos que iríamos fazer uma visitinha ao circo. Ainda não havia ameaça da gripe A, o que fez com que nossa ida fosse despreocupada. Circo Royter. Algodão doce, maçã do amor, churros de doce de leite, pipoca (sabe Deus que horas foi preparada). Não sei porque mas todo circo tem cheiro de sítio, independente de ter animais ou não. Não gosto do cheiro. Nesse circo a grande promessa, e o que me fez conseguir convencer o povo a me acompanhar, era o globo da morte. Cara... CINCO motos. Eu disse CIN-CO. Você pode imaginar toda aquela barulheira? Sim, isso me fez urrar de alegria.¬¬
Aliás, eu tava meio Liminha. O povo estava muito desanimado e eu me senti na obrigação de interagir com as atrações FASNTÁSTICAS, segundo a narradora. Essa figura, uma loira parruda, trocava de cabelo e de roupa sem que a gente notasse sua ausência e quando a víamos a troca, SUSTO. Ela voltava falando seu mix português com espanhol, uma coisa exótica, se é que existe um eufemismo para aquilo. Bater palmas quando ninguém mais batia havia se tornado um vício. Cantar todas as canções. Caramba! Michael tocou na hora do globo!!! BEAT IT, BEAT IT. Depois de atrações desnecessárias veio a elefanta. Não me corrija, eu prefiro falar essa palavra. Lady era seu nome. Nada muito interessante até que seu treinador, que estava de turbante, deu uma dançadinha na música indiana que tocou e foi pra cima da grandona! A plateia não esboçava reação e eu, que já estava agoniado com aquilo, queria ajudar de alguma forma a fazer um "espetáculo". Quando ele ia apertar o mamilo da bichona eu gritei : Peitinho (Pensando que era naquela hora que eu ia levar uma maçãzada na cabeça)! Pra minha surpresa o cara do turbante apontou pra mim e fez uma cara de você pescou a piadinha! Parabéns campeão... Várias crianças circenses, todas sem ter o que fazer, desgovernadas pelo palco. Músicas e palhaço Popoviki. O cara do show era o mesmo do algodão doce e o motoqueiro, vendedor de pipoca e, esporadicamente, dançarino mais parecia o ronaldinho gaúcho, o que nos fez gritar "Ronaldo!" a todo momento. Uma amiga resolveu estrapolar tirando foto com os Backyardigans.
Sim, em meio a bebês e mães loucas, lá estava ela gritando o nome da pelúcia gigantesca e me fazendo sentir vergonha e vontade de mijar sentado ali mesmo. Ri demais. Fizemos chaveiros superfaturados e tiramos milhões de fotos. Mas não acaba por aí. Resolvi que tiraria uma foto com a Lady, meu exemplo de superação. Foto paga, mais grana...
mas eu encarei como um investimento. Uma forma de me expressar e ser mais eu, mesmo correndo o risco de ser retardado. Lá eu fui. Amiga com máquina na mão e eu na fila. Eu e meus amiguinhos de 5 anos. Só eu. Ainda tentei convencer um deles de que a elefanta era boazinha e que nada de mal nos aconteceria, mas eu não transmiti muita credibilidade. O momento subida. Fácil, quando não se olha pra checar se alguém conhecido está vendo aquilo de perto. O momento foto. Foto e papo com ela : "Tá feliz, lady?". Fim de noite e fotos em todos os cantos possíveis para provarmos pra uma enorme galera que duvidou que iríamos. Alí estivemos, my friends. Minha mão doeu de tanta palma. Cantamos todas, sozinhos. Até rimos do palhaço. Então, quando forem ao circo, tomem cuidado para não serem desagradáveis e deixarem toda aquela gente no vácuo!DIVIRTA-SE até o talo.;D
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