Arrrrrrrrrgggggg (momento mente fatigada): O balanço mostra que continuo dando MURRO EM PONTA DE FACA.
Ahhh... coisa boa mesmo é a insistência. Boa e perigosa. Às vezes, esse é um "murro" de otimismo, fé mesmo, obviamente no sentido literal da palavra, independente de religião. Cada "murro" uma flecha lançada, não é mesmo? Pode ser, mas esse bendito tem suas consequências. As positivas, doces, de um doce jamais experimentado. As negativas, aquelas que não devem ser digeridas, amargas... de um amargo tão sutil que nos fazem repetir o "murro", repetir o alvo, repetir o ERRO. Mas e se der certo? Não, não se iluda. E o racional perdendo pro emocional, ou mesmo pra pele? Mas a gente sabe o que gostaria de ouvir... o que seria, de fato, surpreendente. Acontece que essa expectativa coloca qualquer resposta ao estímulo em uma zona de risco, o risco de ser frustrante. Por isso, o ideal é não criar expectativa alguma. É deixar rolar... É saber cortar. É fazer o seu papel como indivíduo e não se submeter a uma situação antes recriminada por você mesmo. Por que fazer isso, quando o que esperam de você é justamente o contrário? Não aguento quem muito fala... quem muito se ilude... Sim, porque não pense que mil palavras corresponderiam ao olhar esperado. Ahhh.... escrever sem medo de não chegar a lugar algum... Mas sempre se chega, mesmo que que seja uma volta. Lá vou eu dando meus incessantes MURROS EM PONTA DE FACA!